Devido a isso, Goa tem até hoje uma forte influência cristã e
difere das outras áreas da Índia em relação à liberdade, tolerância
religiosa e diversidade cultural.
Por causa do seu clima, média anual entre 20°C e 34°C, suas praias quase
desertas e sua cultura desprendida em relação ao dinheiro, em contraste
com nossa civilização ocidental, Goa tornou-se um ponto de encontro
internacional de "new agers", místicos, anarquistas, filósofos,
traficantes de drogas e pessoas interessadas em espiritualismo. Os
moradores locais são amigáveis e receptivos aos visitantes. Assim, Goa
tem sido um verdadeiro paraíso para jet-set hippies e viajantes
mochileiros, todos conectados através do desejo de quererem ter uma
posição fora do sistema ocidental, além de anciarem poder fugir do
inverno gelado da Europa e EUA. Todos procuram em Goa o lado intenso e
bonito da vida. E é claro que a música não poderia faltar nesse cenário.
No início, as festas nas praias eram tomadas pelo rock psicodélico e pelo reggae. Estas festas se tornavam cada vez mais populares. Decorações feitas de cores fluorecentes e a mitologia indiana tornaram-se parte da vida de Goa. Entre 1987 e 1988 um DJ francês chamado Laurent teve a idéia de tocar música eletrônica nessas festas. No início ele teve muita oposição, mas com o tempo a faísca pegou fogo e a música eletrônica passou a ser parte da cena de Goa. Outras pessoas perceberam o imenso potencial desse tipo de música tocado em raves na praia.
O DJ Goa Gill foi da Cailfórnia até Goa e eventualmente se tornou o maior protagonista da música eletrônica em Goa, mantendo esse título até hoje. Ele criou a conexão entre batidas eletrônicas, espiritualidade, yoga e música com o seu conceito de "redefinir o antigo ritual tribal para o século XXI", guiando o público através do trance a um estado de consciência mais elevado.
No início, as festas nas praias eram tomadas pelo rock psicodélico e pelo reggae. Estas festas se tornavam cada vez mais populares. Decorações feitas de cores fluorecentes e a mitologia indiana tornaram-se parte da vida de Goa. Entre 1987 e 1988 um DJ francês chamado Laurent teve a idéia de tocar música eletrônica nessas festas. No início ele teve muita oposição, mas com o tempo a faísca pegou fogo e a música eletrônica passou a ser parte da cena de Goa. Outras pessoas perceberam o imenso potencial desse tipo de música tocado em raves na praia.
O DJ Goa Gill foi da Cailfórnia até Goa e eventualmente se tornou o maior protagonista da música eletrônica em Goa, mantendo esse título até hoje. Ele criou a conexão entre batidas eletrônicas, espiritualidade, yoga e música com o seu conceito de "redefinir o antigo ritual tribal para o século XXI", guiando o público através do trance a um estado de consciência mais elevado.
No início, era bem difícil conseguir fazer estas raves - os DJs tinham de tocar usando fitas cassetes de walkman.
O início da cena techno e acid também chegou com força em Goa.
A grande gama de possibilidades que resultaram das experiências dos anos 80 (criar música psicodélica através do computador e de sintetizadores) causou uma inundação de criatividade que se espalhou pelo globo. Músicos como Johann Bley, do Juno Reactor, levaram computadores para Goa. Dessa união de diferentes pessoas de várias partes do mundo resultou um estilo mais individual que se tornaria conhecido como goa-trance.
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