17 de ago. de 2015

O poder do Universo Paralello


Eu estava aqui sonhando com o final do ano e de repente me veio as lembranças de todos os Universos que fui, então resolvi compartilhar com vocês um pouco do que é o Universo Paralello na minha visão! Um lugar que é capaz de despertar os mais diversos sentimentos.


A primeira vez que fui pro Universo Paralello foi em uma edição muito foda por dois motivos, o local era paradisíaco e faltou água durante o festival inteiro.
Como falei acima, estar no Universo Paralello é um misto de sentimentos, todos os perrengues de banheiros inutilizáveis pela falta d’água e o fato de não poder tomar banho com um sol de 40 graus, se extinguiam quando chegávamos no main stage de frente pro mar com aquela brisa maravilhosa.

Eramos marinheiros de primeira viagem, fomos de ônibus (2 dias intermináveis) e resolvemos colocar barraca, roupa e tudo mais dentro de uma mala de rodinhas. Nunca façam essa idiotice, por favor! shuashuashua
Fomos arrastando essa maldita mala pela areia até acharmos um lugar para acampar. O acampamento foi de boa, tinha algumas poucas sombras e era próximo ao chill out, também tínhamos a companhia de queridos caranguejos durante a noite.
Essa edição foi na Praia do Garcêz, lugar incrível, mas infelizmente não tinha água. Os banheiros não podiam ser limpos, então arranjaram banheiros químicos. O jeito foi fazer xixi no mato e recorrer pro banheiro somente em casos “extremos”. Água pro banho só se você desse sorte de ir na hora que o caminhão estava abastecendo a caixa. E eu como tenho muita sorte, fiquei só um dia sem banho.
O Main Stage era muuuuito longe, longe mesmo, mas valia cada gota de suor. Uma pista linda, com palco em formato de barco de costas pro mar, ficavamos dançando eternamente olhando aquele marzão e sentindo a brisa em nossos rostos.

A experiência foi tão marcante que voltamos em todas as edições subsequentes. O Universo Paralello te engole de tal forma que é ao mesmo tempo libertador e exaustivo.
Hoje em dia vejo muita gente reclamar do UP, pessoas até que nunca foram mas se acham no direito de reclamar mesmo assim. Alguns fatores comuns de reclamações:

-O convite é caro! -Sim, eu também acho um valor alto, mas pago com prazer por saber que é um dinheiro bem investido. O UP é muito mais do que música, é uma experiência vale cada centavo gasto.
-O festival ficou muito mainstream! -Não… mainstream é tomorrowland. O UP é o festival mais “roots” que eu já fui.
-Só tem fanfarrão, vai um povo muito “estranho” agora! -Lembrando que estamos em um festival de cultura alternativa, não se esqueçam da diversidade, lá tem gente de todas as tribos mesmo.
-Mas o festival agora só pensa em lucro! -Não acho que seja assim tão extremo, óbvio que eles precisam ter um lucro afinal esse é o trampo deles, mas acredito que pensam no público sim, só não é um festival 5 estrelas né!
-Ficam chamando esse DJ’S de low bpm e blá, blá, blá! -Eu também não gosto desse tipo de som, não frequento o UP Club, mas devemos lembram que o UP não é um festival de Trance e sim de música!
-Aquelas filas são um desrespeito! -Mais uma vez… você está em um festival, não em um hotel 5 estrelas. Se você chegar antes do festival abrir vai ter um mega fila, eu fiquei 7 horas na fila na última edição. As filas dos caixas as vezes ficam grandes mesmo, é só andar um pouquinho e procurar outro caixa.

O Universo Paralello é um tipo de festival em que você não vai ter tudo na mão a hora que bem entender, você precisa ir ciente disso! A dica é… curta o rolê, pratique o desapego e a paciência, e relaxe!

Matéria original: PURBLETRANCE

Virtual DJ Tutoriais

Vídeos da serie de tutoriais para Virtual DJ, vídeos simples sem termos técnicos para a galera que esta iniciando, espero que com essa serie de vídeos eu possa ajudar no ponta pé inicial das pessoas que se interação pelo assunto DJ e musica eletrônica, toda semana com videos novos.

Não esqueça de clicar no "Gostei" caso tenha curtido =D
Compartilhe no seu facebook.

Duvidas e sugestões nos comentários.


Frontliner joga merda no ventilador e criticado por Wildstylez e divide opiniao dos fas de hard music

Tudo começou com o seguinte post do Frontliner:


“Eu vivo para o Hardstyle – Showtek
Vote em mim e coloque o Hardstyle no DJ MAG – Headhunterz
Gritar Hardstyle o mais alto possível não diz nada sobre seu comprometimento com a cena. Talvez a palavra Hardstyle se tornou nada mais do que uma ferramenta de marketing. Felizmente a música fala por si mesma”

Para quem não acompanha a cena, essa frase do Showtek vem de um clássico da dupla, a track FTS e a citação de Headhunterz é de sua campanha para a TOP100 de 2010. Ambos DJs já não fazem parte da Hard Music, tendo migrado para a cena mainstream.

Em seguida Wildstylez postou um print da mensagem de Frontliner e disse: “Perdi o pouco de respeito que tinha por essa cara”


Muitos fãs e sites de notícias do mundo todo expressaram suas opiniões sobre essa polêmica que já estava adormecida há algum tempo. Os que estão contra Frontliner alegam que não é certo atacar outros artistas nas redes sociais e que eles (Showtek e Headhunterz) nunca falaram mal de ninguém. Já quem está a favor do DJ, diz que ele não faltou com o respeito e só disse a verdade. Disseram também que Showtek e Headhunterz abusaram dos fãs de Hard e os abandonaram em troca de dinheiro.

Por fim, Frontliner apagou o post que gerou toda polêmica e disse que se arrepende do que disse sobre a palavra Hardstyle e ficou feliz em ver o quanto a marca cresceu e todos a estão defendendo e protegendo.

Qual sua opinião sobre esse assunto?

Matéria original: PHOUSE

Releases 14.08.15



Releases 14.08.15
Link: http://1drv.ms/1J2dQVy

DJ brasileiro publica anúncio em jornal para Madonna aprovar o seu remix


O DJ brasileiro Nick Deboni, 18 anos, assim como a maioria dos jovens da sua idade, está acostumado a acompanhar a vida e o trabalho de músicos e artistas apenas pelas redes sociais. Nesta segunda-feira (11), porém, ele recorreu a uma estratégia para lá de tradicional para chamar a atenção de Madonna.

Ele pagou por um anúncio em papel, que foi publicado no jornal "Los Angeles Times", nos Estados Unidos, pedindo para a cantora aprovar o remix que ele fez da música "Devil Pray". "Queria fazer algo que ela pudesse ver", disse o DJ por telefone, do Rio de Janeiro, em entrevista ao UOL. "Se mandasse a música para os agentes dela pelo Twitter ou pelos canais oficiais, a chance de ela ouvir seria zero", afirmou.

O anúncio saiu em preto e branco na página 8 do caderno de notícias do jornal. Nele, Nick apresentou seus contatos de e-mail, SoundCloud e Facebook. No texto em inglês, ele escreveu: "Eu publiquei este anúncio para chegar até você Madonna e te pedir, por favor, para aprovar meu remix. Sou do Brasil, Rio de Janeiro, tenho 18 anos e amo suas músicas". No final do anúncio, ele escreveu ainda que é músico independente, ou seja, não é contratado de nenhuma gravadora. "Toda a iniciativa foi minha".

Nick contou que não esperava causar toda essa repercussão. Sua esperança era apenas a de que a cantora lesse o anúncio e autorizasse o remix. "Se ela não autorizar, eu não posso divulgá-lo no YouTube ou no SoundCloud, porque não tenho os direitos da música. É uma 'queimação' trabalhar músicas sem autorização", afirmou.
O inusitado anúncio chamou a atenção dos internautas e foi postado na rede social Reddit. Imediatamente ele viralizou. Até o momento, o anúncio já tinha sido visto 130 mil vezes. Veículos de comunicação de países como Austrália, Japão, França, Itália, Irlanda e Estados Unidos também se interessaram pela história de Nick e entrevistaram o garoto nesta terça-feira (12).

Nick, que é carioca e cujo o nome verdadeiro é Nicholas Guimarães, revelou que pagou US$ 400 pelo anúncio. "Com certeza valeu cada centavo", disse. Atualmente, ele mora com a família em Orlando, na Flórida, onde pretende fazer faculdade de produção musical, mas está de férias no Rio de Janeiro. "Toco piano desde os cinco anos de idade. Sempre quis trabalhar com música. Com 15 anos eu me apaixonei por música eletrônica".

Ouça o remix e diga nos comentários o que você achou:



"Não sei se a Madonna viu o anúncio. Mas com toda essa repercussão, eu tenho esperança de que ela veja", afirmou. A revista americana "Billboard" procurou os representantes da cantora para saber o que ela achou da música. Mas não obteve resposta.

Mesmo que Madonna não veja o anúncio ou não aprove o remix, a iniciativa do DJ brasileiro rendeu frutos apenas pela repercussão que causou. Além disso, o número dos seguidores no Instagram e no Facebook do brasileiro dobraram de tamanho.
Com informações do UOL.

Matéria original: DJSOUND

Uma orquestra tocou os hinos da musica eletronica

Faz 120 (!) anos que a BBC realiza seus "Proms", uma série de shows que ano a ano mostra os melhores arranjos de orquestra. Precisamente por essa quantidade de anos se diz que o Proms é o mais antigo festival de música que há no mundo. A ocasião perfeita para levar os hinos da música eletrônica ao "BBC Proms" são os 20 anos da estação Radio 1 em Ibiza, a capital mundial da naite.

O show de uma hora e meia incluí temas de Stardust, Fatboy Slim, Shapeshifters e muitos outros, todos sons muito conhecidos, diga-se. O deleite de escutar esses verdadeiros estandartes do gênerona execução de uma orquestra é enorme. Cada arranjo foi cuidadosamente pensado para soar conforme o original, e na ala eletrônica lá está Pete Tong integrando a orquestra - é sensacional.

A emoção da geral é visível, graças a interpretação de Jules Bucley e sua Heritage Orchestra. Parabéns a BBC e a todos os envolvidos.


Este es el tracklist completo:

1. Fatboy Slim – Right Here, Right Now

2. Eric Prydz – Pjanoo

3. The Shapeshifters – Lola's Theme

4. Robert Miles – Children

5. ATB – 9 PM (Till I Come)

6. Moby – Go

7. Frankie Knuckles – Your Love

8. Inner City – Good Life

9. Orbital – Belfast

10. The Sabres of Paradise – Smokebelch II

11. Daft Punk – One More Time

12. Alison Limmerick – Where Love Lives (Come On In)

13. Vangelis – Rachel's Song (Perfecto Symphony Orchestra)

14. Faithless – Insomnia

15. Moby – Porcelain

16. Rudimental – Waiting All Night

17. Stardust – Music Sounds Better With You

18. Rhythm is Rhythm – Strings of Life

19. DJ Rolando – Jaguar (Knights of the Jaguar)

20. Brainbug – Nightmare

21. Energy 52 – Café del Mar

22. Rudimental – Feel the Love

Matéria original: THUMP

A grande limpa que o soundcloud esta fazendo no seu acervo ja comecou


Imagem por DJworx.com

Sim, isso está acontecendo. Depois de anos de especulação sobre como seriam as próximas etapas do SoundCloud em busca da monetização de seus serviços, nesta semana a plataforma de streaming alemã optou por uma postura agressiva ao promover uma ofensiva em busca de copyright nas contas dos usuários ao redor no mundo.

DJs, produtores e demais usuários tiveram suas contas retiradas do ar ou seus acervos suspensos. "Eles pegaram tudo, eu não tenho o completo domínio da minha página," disse DJ Owen Bones em um tweet no Twitter do THUMP. "Eu tô saindo fora dessa."

Depois de adicionar avisos sobre a experiência sonora oferecida pela plataforma que assinou acordos de royalties com várias gravadoras, da major Warner a agência de licenciamento Merlin Network, que representa um sem número de gravadoras independentes, o Soundcloud deu início à sua política ostensiva em defesa do Copyright. A plataforma removeu mixes com faixas não-licenciadas, removeu faixas que possuem samples sem licença, remixes sem direitos legais para sua distribuição ou que possuem trechos ou qualquer semelhança sonora reconhecível com sua versão original. Todas essas novas informações estão baseadas num algoritmo, deixando o SoundCloud com uma política de "primeiro a gente tira do ar e depois explicamos".



Uma parte do aviso da plataforma sobre as violações de copyright.

Não é que o uso de gravações ou sons com copyright seja considerado mais ilegal que costumava ser, o que está rolando é que o SoundCloud está agindo de acordo com seu direito legal (as grandes gravadoras chamam isso de obrigação) ao remover os "crimes" de sua plataforma. E não apenas artistas estão sentindo esse baque, o inglês Roska deu uma de corajoso e comentou: "Essa se tornou uma das melhores plataformas que eu contemplo usando todos os dias."

O SoundCloud, porém, nunca foi uma empresa rentável. Eles começaram com esse papo de monetização porque caíram na conversa das grandes gravadoras e agências de licensiamento que utilizam a ferramenta de pesquisa deles para sobreviver nesta operação de mercado ao saber qual som deles está se espalhando e sendo executado na internet.

Apesar de o SoundCloud já ter sido considerado o paraíso dos novos produtores da música eletrônica, as mais novas medidas da plataforma têm deixado a comunidade undergound completamente fora dessa decisão, mas ainda assim tão dependentes da plataforma que eles não sabem para onde ir. Um DJ que mora pelas bandas do Reino Unido chamado Ollie Beavis postou no Twitter: "Isso é uma bosta, mas eles basicamente possuem nossas contas pela nossa loucura de fazer música, então nós somos obrigados à usá-la." 

Será que essa treta ainda vai render?

Matéria original: THUMP